Como está o investimento em TI no Brasil em 2025 segundo a FGV – e o que isso significa para sua estratégia
🔍 Introdução
Nos últimos anos, a Tecnologia da Informação deixou de ser vista apenas como área de suporte para se tornar o motor central de competitividade, eficiência e inovação nas empresas brasileiras.
A 36ª Pesquisa Anual do Uso de TI – FGVcia 2025 confirma essa transformação, revelando não apenas números, mas movimentos estratégicos claros no mercado.
O desafio agora não é mais “se” investir em TI, mas onde e como investir para gerar valor real.
E é exatamente nesse ponto que entra nossa Ferramenta de Benchmarking de TI — um sistema gratuito que traduz as mais de 200 páginas do relatório FGV em quatro abas de insights práticos, já com análise e recomendações personalizadas.
Principais Indicadores de Investimento em TI no Brasil (2025)
Análise baseada na 36ª Pesquisa Anual do Uso de TI - FGVcia 2025
Índice G: Gasto em TI (% da Receita)
CAPU: Custo Anual por Usuário (em R$ mil)
Agora, compare esses dados com a sua empresa.
Os números do mercado são o mapa. A nossa ferramenta gratuita é a sua bússola. Descubra seus pontos fortes e as oportunidades de melhoria em menos de 1 minuto.
Acessar o Sistema Benchmarking TI →O cenário: TI no centro das decisões estratégicas
Segundo a FGV, o Índice G (Gasto Total em TI como % da Receita Líquida) subiu de 9,4% em 2023 para 10,0% em 2024.
Mais importante que o número em si, essa alta demonstra que o mercado amadureceu a visão de TI como investimento em crescimento e resiliência, não apenas como custo.
Outro indicador-chave, o CAPU (Custo Anual de TI por Usuário), também cresceu de R$ 56 mil para R$ 60 mil, mostrando que empresas líderes estão capacitando melhor cada colaborador com ferramentas, tecnologia e suporte adequados.
📌 Insight estratégico: Não basta gastar mais em TI. É preciso investir de forma inteligente e alinhada à estratégia do negócio. Isso exige Governança de TI sólida, processos claros e indicadores confiáveis.
Tendências que vão moldar os líderes de amanhã
A pesquisa FGV aponta cinco forças motrizes que devem guiar as decisões estratégicas em TI:
1. Nuvem como padrão operacional
A adoção de Cloud Computing já é a nova norma — saltou de 45% para 52% do processamento corporativo em apenas um ano.
Agora, a conversa não é mais sobre “migrar” para a nuvem, mas sobre como extrair agilidade, escalabilidade e inovação dela.
💡 A Gestão de TI deve ser redesenhada para esse novo contexto, priorizando integrações, segurança e otimização de custos.
2. Inteligência Artificial e Analytics no centro
A chegada da IA Generativa e a expansão de ferramentas como Microsoft Copilot e ChatGPT mudaram o jogo.
Empresas líderes já usam IA não apenas para analisar o passado, mas para prever cenários e automatizar decisões complexas.
Mas atenção: com grandes poderes vêm grandes responsabilidades. Implementar IA sem Governança de IA e Avaliação de Risco é criar uma “dívida regulatória” que pode custar caro no futuro.
Para acelerar essa maturidade, desenvolvemos o Sistema Automatizado de Avaliação de Risco de IA (AIA) — a forma mais rápida e segura de garantir que sua IA esteja alinhada à LGPD e à futura Lei de IA.
3. Cibersegurança como alicerce
No mundo hiperconectado, segurança não é opcional.
Atualmente, Políticas de Segurança da Informação (PSI) e conformidade com a LGPD são requisitos básicos, não diferenciais.
Aqui, a abordagem recomendada vai além de firewalls e antivírus: envolve cultura organizacional, treinamento contínuo e métricas de resiliência.
4. Modelo híbrido e ecossistemas de parceiros
99% das empresas já usam algum nível de terceirização.
O diferencial não está mais no “fazer tudo dentro” ou “fazer tudo fora”, mas em escolher estrategicamente o que manter interno e o que terceirizar.
5. Setores em transformação
Serviços: lidera o investimento em TI com 14,5% da receita líquida, focando em experiência do cliente e cibersegurança.
Indústria: acelera na Indústria 4.0, com integração de IoT e Analytics para ganho de eficiência.
Comércio: aposta no unified commerce e na integração físico-digital.
Agro: avança na agricultura de precisão com IoT, drones e análise de dados geoespaciais.
Do dado à ação: o papel do benchmarking
Muitos executivos leem a pesquisa FGV e pensam: “E agora, o que faço com esses números?”
Foi justamente para responder essa pergunta que criamos a Ferramenta de Benchmarking de TI.
Em poucos segundos, ela:
Compara seus indicadores com a média do setor.
Gera recomendações personalizadas.
Aponta riscos e oportunidades estratégicas.
Assim, você transforma dados em decisões práticas e alinhadas ao negócio.
Conclusão
O estudo da FGV não é apenas um retrato do mercado — é um mapa para a transformação digital responsável.
Cabe a cada empresa decidir se vai usar esse mapa para chegar mais rápido e com mais segurança ao seu destino.
Com a combinação certa de Governança de TI, Gestão de TI, Inteligência Artificial responsável e ferramentas automatizadas de análise e compliance como a Ferramenta de Benchmarking de TI, o futuro deixa de ser uma incerteza para se tornar uma estratégia.
📊 Acesse agora a ferramenta gratuita e descubra onde sua empresa está no ranking de maturidade em TI:
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Perguntas Frequentes sobre Investimentos em TI no Brasil em 2025
1. O que é o Índice G e por que ele é relevante para minha empresa?
O Índice G mede o percentual da receita líquida investido em Tecnologia da Informação. Ele é um indicador estratégico porque permite avaliar se o orçamento de TI está alinhado à média do mercado e às necessidades estratégicas do negócio. Na 36ª Pesquisa da FGV, setores como Serviços chegam a investir 14,5% da receita, enquanto a média geral ficou em 10%.
2. O que significa CAPU (Custo Anual de TI por Usuário)?
CAPU é o custo total de TI dividido pelo número de usuários. É um termômetro para medir o quanto sua empresa investe na capacitação tecnológica de cada colaborador. Um CAPU muito baixo pode indicar eficiência ou subinvestimento; muito alto, pode indicar foco em tecnologia de ponta ou ineficiência.
3. Como saber se meu investimento em TI está adequado?
Não existe uma “média perfeita” aplicável a todas as empresas. O ponto-chave é alinhar o orçamento com a estratégia de negócios. Nossa Ferramenta de Benchmarking de TI compara seus indicadores com os da pesquisa da FGV e entrega recomendações estratégicas.
4. Quais são as principais tendências identificadas pela FGV em 2025?
Aumento do Índice G (10% da receita em média)
Crescimento da adoção de Cloud (52% do processamento)
IA e Analytics como prioridade absoluta
Cibersegurança como pilar da governança corporativa
Terceirização estratégica como modelo híbrido predominante
5. Como posso transformar os dados da FGV em vantagem competitiva?
Dados brutos só viram vantagem quando analisados no contexto da sua empresa. Ao usar nossa Gestão de TI e serviços de Governança de TI, você garante que cada real investido gere valor, mitigue riscos e acelere inovação.
Sobre Gustavo de Castro Rafael
Sócio e Consultor na PDCA TI
Com mais de 18 anos de experiência em Governança de TI, Segurança da Informação e Privacidade, Gustavo ajuda empresas a transformar riscos em vantagem competitiva na era da IA.