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Como está o investimento em TI no Brasil em 2025 segundo a FGV – e o que isso significa para sua estratégia

🔍 Introdução

Nos últimos anos, a Tecnologia da Informação deixou de ser vista apenas como área de suporte para se tornar o motor central de competitividade, eficiência e inovação nas empresas brasileiras.
A 36ª Pesquisa Anual do Uso de TI – FGVcia 2025 confirma essa transformação, revelando não apenas números, mas movimentos estratégicos claros no mercado.
O desafio agora não é mais “se” investir em TI, mas onde e como investir para gerar valor real.

E é exatamente nesse ponto que entra nossa Ferramenta de Benchmarking de TI — um sistema gratuito que traduz as mais de 200 páginas do relatório FGV em quatro abas de insights práticos, já com análise e recomendações personalizadas.

Principais Indicadores de Investimento em TI no Brasil (2025)

Análise baseada na 36ª Pesquisa Anual do Uso de TI - FGVcia 2025

Índice G: Gasto em TI (% da Receita)

Financeiro 21.0%
Serviços 14.5%
Média Geral 10.0%
Indústria 5.5%
Comércio 4.8%

CAPU: Custo Anual por Usuário (em R$ mil)

Financeiro R$ 135 mil
R$ 135
Serviços R$ 72 mil
R$ 72
Média Geral R$ 60 mil
R$ 60
Indústria R$ 52 mil
R$ 52
Comércio R$ 40 mil
R$ 40

Agora, compare esses dados com a sua empresa.

Os números do mercado são o mapa. A nossa ferramenta gratuita é a sua bússola. Descubra seus pontos fortes e as oportunidades de melhoria em menos de 1 minuto.

Acessar o Sistema Benchmarking TI →

O cenário: TI no centro das decisões estratégicas

Segundo a FGV, o Índice G (Gasto Total em TI como % da Receita Líquida) subiu de 9,4% em 2023 para 10,0% em 2024.
Mais importante que o número em si, essa alta demonstra que o mercado amadureceu a visão de TI como investimento em crescimento e resiliência, não apenas como custo.

Outro indicador-chave, o CAPU (Custo Anual de TI por Usuário), também cresceu de R$ 56 mil para R$ 60 mil, mostrando que empresas líderes estão capacitando melhor cada colaborador com ferramentas, tecnologia e suporte adequados.

📌 Insight estratégico: Não basta gastar mais em TI. É preciso investir de forma inteligente e alinhada à estratégia do negócio. Isso exige Governança de TI sólida, processos claros e indicadores confiáveis.

Tendências que vão moldar os líderes de amanhã

A pesquisa FGV aponta cinco forças motrizes que devem guiar as decisões estratégicas em TI:

1. Nuvem como padrão operacional

A adoção de Cloud Computing já é a nova norma — saltou de 45% para 52% do processamento corporativo em apenas um ano.
Agora, a conversa não é mais sobre “migrar” para a nuvem, mas sobre como extrair agilidade, escalabilidade e inovação dela.

💡 A Gestão de TI deve ser redesenhada para esse novo contexto, priorizando integrações, segurança e otimização de custos.


2. Inteligência Artificial e Analytics no centro

A chegada da IA Generativa e a expansão de ferramentas como Microsoft Copilot e ChatGPT mudaram o jogo.
Empresas líderes já usam IA não apenas para analisar o passado, mas para prever cenários e automatizar decisões complexas.

Mas atenção: com grandes poderes vêm grandes responsabilidades. Implementar IA sem Governança de IA e Avaliação de Risco é criar uma “dívida regulatória” que pode custar caro no futuro.

Para acelerar essa maturidade, desenvolvemos o Sistema Automatizado de Avaliação de Risco de IA (AIA) — a forma mais rápida e segura de garantir que sua IA esteja alinhada à LGPD e à futura Lei de IA.


3. Cibersegurança como alicerce

No mundo hiperconectado, segurança não é opcional.
Atualmente, Políticas de Segurança da Informação (PSI) e conformidade com a LGPD são requisitos básicos, não diferenciais.

Aqui, a abordagem recomendada vai além de firewalls e antivírus: envolve cultura organizacional, treinamento contínuo e métricas de resiliência.


4. Modelo híbrido e ecossistemas de parceiros

99% das empresas já usam algum nível de terceirização.
O diferencial não está mais no “fazer tudo dentro” ou “fazer tudo fora”, mas em escolher estrategicamente o que manter interno e o que terceirizar.


5. Setores em transformação

  • Serviços: lidera o investimento em TI com 14,5% da receita líquida, focando em experiência do cliente e cibersegurança.

  • Indústria: acelera na Indústria 4.0, com integração de IoT e Analytics para ganho de eficiência.

  • Comércio: aposta no unified commerce e na integração físico-digital.

  • Agro: avança na agricultura de precisão com IoT, drones e análise de dados geoespaciais.

Do dado à ação: o papel do benchmarking

Muitos executivos leem a pesquisa FGV e pensam: “E agora, o que faço com esses números?”
Foi justamente para responder essa pergunta que criamos a Ferramenta de Benchmarking de TI.

Em poucos segundos, ela:

  1. Compara seus indicadores com a média do setor.

  2. Gera recomendações personalizadas.

  3. Aponta riscos e oportunidades estratégicas.

Assim, você transforma dados em decisões práticas e alinhadas ao negócio.

Conclusão

O estudo da FGV não é apenas um retrato do mercado — é um mapa para a transformação digital responsável.
Cabe a cada empresa decidir se vai usar esse mapa para chegar mais rápido e com mais segurança ao seu destino.

Com a combinação certa de Governança de TI, Gestão de TI, Inteligência Artificial responsável e ferramentas automatizadas de análise e compliance como a Ferramenta de Benchmarking de TI, o futuro deixa de ser uma incerteza para se tornar uma estratégia.

📊 Acesse agora a ferramenta gratuita e descubra onde sua empresa está no ranking de maturidade em TI:

👉 Ferramenta de Benchmarking de TI

Perguntas Frequentes sobre Investimentos em TI no Brasil em 2025

O Índice G mede o percentual da receita líquida investido em Tecnologia da Informação. Ele é um indicador estratégico porque permite avaliar se o orçamento de TI está alinhado à média do mercado e às necessidades estratégicas do negócio. Na 36ª Pesquisa da FGV, setores como Serviços chegam a investir 14,5% da receita, enquanto a média geral ficou em 10%.

CAPU é o custo total de TI dividido pelo número de usuários. É um termômetro para medir o quanto sua empresa investe na capacitação tecnológica de cada colaborador. Um CAPU muito baixo pode indicar eficiência ou subinvestimento; muito alto, pode indicar foco em tecnologia de ponta ou ineficiência.

Não existe uma “média perfeita” aplicável a todas as empresas. O ponto-chave é alinhar o orçamento com a estratégia de negócios. Nossa Ferramenta de Benchmarking de TI compara seus indicadores com os da pesquisa da FGV e entrega recomendações estratégicas.

 

  • Aumento do Índice G (10% da receita em média)

  • Crescimento da adoção de Cloud (52% do processamento)

  • IA e Analytics como prioridade absoluta

  • Cibersegurança como pilar da governança corporativa

  • Terceirização estratégica como modelo híbrido predominante

Dados brutos só viram vantagem quando analisados no contexto da sua empresa. Ao usar nossa Gestão de TI e serviços de Governança de TI, você garante que cada real investido gere valor, mitigue riscos e acelere inovação.

Foto de Gustavo de Castro Rafael

Sobre Gustavo de Castro Rafael

Sócio e Consultor na PDCA TI

Com mais de 18 anos de experiência em Governança de TI, Segurança da Informação e Privacidade, Gustavo ajuda empresas a transformar riscos em vantagem competitiva na era da IA.

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