Sua TI custa caro? Descubra com a Calculadora de Benchmarking de TI Gratuita | PDCA TI

Análise Baseada na 36ª Pesquisa Anual do Uso de TI - FGVcia 2025

Sua TI é um centro de custo reativo ou um motor de inovação proativo?

Muitos gestores não sabem se seus investimentos em tecnologia estão alinhados ao mercado. Estão gastando demais em algumas áreas e perdendo oportunidades em outras. Nossa ferramenta gratuita analisa seus dados e fornece um comparativo instantâneo com o mercado, ajudando você a tomar decisões mais inteligentes e a otimizar seu orçamento.

Análise Comparativa

Compare seus indicadores de investimento (Índice G, CAPU), estrutura de pessoal e adoção de tecnologias com as médias do seu setor.

Insights de Especialista

Receba recomendações personalizadas para transformar dados brutos em inteligência de negócio e planejar seus próximos passos estratégicos.

Planejamento e Orçamento

Obtenha dados concretos para justificar seu orçamento de TI, validar investimentos e identificar oportunidades de otimização de custos.

Decisões Baseadas em Dados

Substitua a intuição por dados de mercado. Entenda se sua equipe está sobrecarregada, se seus gastos estão alinhados e se sua empresa está inovando no ritmo certo.

Perguntas Frequentes sobre Benchmarking de TI

Conceito-Chave:

Benchmarking de TI é o processo de usar dados de mercado como um "GPS" para a sua gestão. Ele compara seus custos, investimentos, estrutura de pessoal e adoção de tecnologias com a média do seu setor, revelando onde você está no mapa competitivo.

Recomendação do Especialista:

Não use o benchmarking para "estar na média", mas para questionar a média. Se seu custo é menor, é por eficiência ou por subinvestimento? Se for maior, é por ineficiência ou por uma estratégia de inovação agressiva? As respostas a essas perguntas definem uma gestão de TI estratégica.

Indicadores de Mercado:

Não há um valor único, mas a Pesquisa da FGV nos dá duas bússolas: o Índice G (% da receita investido em TI) e o CAPU (Custo Anual por Usuário). A média geral do mercado é de 10,0% da receita, mas isso varia por setor. Por isso, a comparação setorial é fundamental.

Direcionamento Estratégico:

Uma empresa em fase de transformação digital ou expansão pode justificar um Índice G acima da média. Já uma empresa com alta maturidade e processos otimizados pode operar com um índice menor. Use os dados como ponto de partida para alinhar o orçamento à estratégia do negócio. Para entender mais, leia nosso artigo sobre os Investimentos de TI.

A Fórmula Completa:

Para uma análise precisa, a conta deve incluir três pilares: Pessoal (salários, encargos, benefícios e custo de terceiros), Despesas (links de internet, licenças de software, telefonia, manutenção, custos com nuvem - IaaS, PaaS, SaaS) e Investimentos (aquisição de hardware, software e projetos de desenvolvimento).

Mude a Narrativa:

A diretoria não compra "tecnologia", ela compra "resultados de negócio". Use os dados de benchmarking para traduzir o orçamento em linguagem estratégica. Em vez de "Precisamos de R$X para um novo firewall", diga "Nossos concorrentes investem Y% em segurança. Com R$X, mitigamos o risco financeiro de um ataque em Z%, garantindo a continuidade da operação".

Sim, 100% Gratuita.

A ferramenta é totalmente gratuita e não coletamos seus dados. Nosso objetivo é duplo: 1) Contribuir com a comunidade de gestores de TI, oferecendo inteligência de mercado de forma acessível. 2) Demonstrar a profundidade e a qualidade da expertise da PDCA TI em Governança e Gestão de TI. Acreditamos que, ao fornecer valor genuíno, construímos confiança e nos consolidamos como uma referência no setor.

Fonte de Credibilidade:

Os dados comparativos de mercado utilizados nesta ferramenta são baseados na 36ª Pesquisa Anual do Uso de TI, um dos estudos mais respeitados do Brasil, conduzido pelo Centro de Tecnologia de Informação Aplicada da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGVcia). Para mais detalhes, você pode consultar a página oficial da pesquisa neste link.

Segundo a 36ª Pesquisa FGVcia, o Índice G (investimento em TI sobre receita líquida) varia conforme o setor:

  • Indústria: 5,5%
  • Comércio: 4,8%
  • Serviços: 14,5%
  • Financeiro: 21%

A média geral é de cerca de 10%. Nossa calculadora mostra como sua empresa se posiciona em relação a esses números.

Fórmula: (Gastos Anuais de TI ÷ Receita Líquida Anual) × 100.

Basta somar todos os gastos anuais de TI (pessoal, contratos, nuvem, licenças, investimentos), dividir pela receita líquida e multiplicar por 100. A ferramenta faz isso automaticamente.

Fórmula: CAPU (R$ mil) = (Gastos Anuais de TI ÷ Número de Usuários Ativos de TI) ÷ 1000.

Esse indicador apresenta o custo anual médio de TI por colaborador, ajudando a avaliar eficiência e permitindo analisar entre empresas de portes diferentes e setores.

A distribuição de gastos de TI costuma ser dividida em:

  • Pessoal de TI (interno e terceirizado)
  • Despesas Oeracionais, Contratos e Serviços (licenças, suporte, telecom, cloud, outsourcing, consultoria e outros)
  • Investimentos (Projetos, IA, Segurança, Hardware, Software, Inovação)

Essa análise mostra se sua TI está apenas mantendo a operação ou inovando e modernizando.

O percentual de terceirização (PTE)

Conforme apresentado na 36 pesquisa de Uso de TI da FGV, a proporção entre profissionais terceirizados e internos de TI é de 45% no geral. Entretando é comum ver variações de até 10% dependendo do setor. A referência da FGV é usada para comparação direta.

Este indicador é um importante aliado na Gestão de Equipe de TI

Esse indicador mede quantos usuários são atendidos por cada profissional interno de TI. Valores menores podem significar mais proximidade e atendimento rápido, valores maiores podem indicar eficiência ou sobrecarga. A média são 29 colaboradores atendidados por 1 analista de TI. Acesse a ferramenta e compare com o seu setor.

Autoria e Metodologia

Os destaques, tendências e recomendações apresentados são uma interpretação estratégica elaborada por nosso sócio e consultor sênior, Gustavo de Castro Rafael, que possui mais de 18 anos de experiência nas áreas de Governança e Gestão de TI, com projetos de PDTI, PETI e estruturação de operações de tecnologia.

Todas as referências de mercado utilizadas são baseadas nos dados públicos da 36ª Pesquisa Anual do Uso de TI da FGV. As conclusões contidas na ferramenta refletem a expertise e a visão da PDCA TI e não representam um posicionamento oficial da Fundação Getulio Vargas.

O Foco do Mercado: Além dos Números

A pesquisa da FGV aponta uma clara aceleração nos aportes em tecnologia. Os investimentos não são mais apenas para "manter a operação", mas para gerar competitividade. As três áreas que se consolidaram como prioridade máxima para as empresas são:

  • Inteligência Artificial e Analytics: Deixaram de ser nicho para se tornarem a principal alavanca de decisões estratégicas e automação.
  • Cloud Computing: Vista como a plataforma padrão para habilitar agilidade, escalabilidade e as novas estratégias de IA.
  • Cibersegurança: Considerada um pilar da governança e da confiança do cliente, fundamental para a continuidade dos negócios.

Para uma análise aprofundada de cada tendência, detalhando os percentuais de adoção e os insights estratégicos por trás dos números, leia nosso artigo completo sobre os Investimentos de TI em 2025.

Da Análise à Ação Estratégica

O benchmarking é o diagnóstico: ele te mostra exatamente onde você está no mapa competitivo. O próximo passo é usar esse "GPS" para traçar a rota. É aqui que entra o Plano Diretor de TI (PDTI).

Um PDTI moderno não é um documento estático, mas um processo vivo que traduz os dados da sua análise em iniciativas práticas e alinhadas aos objetivos do negócio (OKRs). Ele responde à pergunta: "Com base em nossos números, quais projetos de tecnologia (IA, Cloud, Segurança) vão gerar mais valor e nos tornar mais competitivos?".

Para te guiar nesse processo, desenvolvemos um guia completo com o passo a passo. Acesse nosso artigo sobre Planejamento Estratégico de TI e aprenda a construir um PDTI que gera resultados.

Observatório de TI: Dados Consolidados

Sim. Para gestores que buscam uma visão ainda mais ampla, criamos o Observatório de TI. Ele centraliza e gera insights valiosos a partir de mais de 15 das principais pesquisas e relatórios do Brasil e do mundo, incluindo análises de gigantes como IBM, Fortinet, PwC e Microsoft, além da própria FGV. É o seu hub de inteligência de mercado.

Guias Visuais: Conhecimento na Prática

Além dos dados, oferecemos uma série de **Guias Visuais (Infográficos)** gratuitos para ajudar a compreender conceitos complexos de forma rápida e direta. Utilize-os para aprofundar seu conhecimento em temas como Governança de IA, Segurança da Informação (ISO 27001), LGPD na Prática, Gestão de Riscos e muito mais.

Não deixe de conferir. Acesse agora e tenha acesso a todo o nosso acervo de dados e guias.

Análise de Investimentos

Dados da Empresa

Preencha os dados abaixo para realizar o benchmarking de investimentos

Resultados do Benchmarking

Comparação com as médias do mercado segundo a FGV

Preencha os dados e clique em Calcular para ver os resultados

Distribuição de Gastos e Investimentos

Dados da Empresa

Preencha os dados para benchmarking da distribuição de gastos e investimentos

A soma dos percentuais deve ser 100%
Resultados do Benchmarking

Comparação da distribuição de gastos e investimentos com a média do mercado

Preencha os dados e clique em Calcular para ver os resultados

Estrutura de Pessoal

Dados da Empresa

Preencha os dados para benchmarking da estrutura de pessoal de TI

Resultados do Benchmarking

Comparação da estrutura de pessoal com as médias do mercado

Preencha os dados e clique em Calcular para ver os resultados

Adoção de Tecnologias

Dados da Empresa

Marque as tecnologias e estratégias adotadas

Resultados do Benchmarking

Comparação da adoção de tecnologias com as médias do mercado

Preencha os dados e clique em Calcular para ver os resultados

Análise Estratégica da Pesquisa FGV e os principais Insights

Nota do Especialista

Os destaques, tendências e recomendações apresentados nesta análise são uma interpretação estratégica elaborada por nosso consultor sênior, Gustavo de Castro Rafael, com base nos dados públicos da 36ª Pesquisa Anual da FGV. As conclusões aqui contidas refletem a expertise e a visão da PDCA TI e não representam um posicionamento oficial da Fundação Getulio Vargas.
Após uma análise aprofundada e com base nos últimos relatórios da FGV, fica cristalino que as pesquisas não revelam apenas números, mas sim a aceleração de movimentos estratégicos no mercado brasileiro. A TI deixou de ser uma área de suporte para se consolidar como o motor central de competitividade, eficiência e inovação. A seguir, apresento os principais destaques e as tendências que definirão os líderes de amanhã.

Principais destaques, tendências e conclusões

Principais Destaques Estratégicos

  • O Aporte em TI Acelera e se Torna Prioridade de Board: O investimento médio em TI (Índice G) não está estável; ele apresenta um crescimento sólido e contínuo, passando de 9,4% da receita em 2023 para 10,0% em 2024. Este avanço demonstra que o mercado enxerga a tecnologia não mais como um centro de custo, mas como um investimento direto em crescimento e resiliência. O Custo Anual por Usuário (CAPU) acompanhou essa tendência, subindo de R$ 56 mil para R$ 60 mil, indicando que as empresas estão investindo mais para capacitar cada colaborador com melhores ferramentas.
  • A Nuvem como Novo Padrão Operacional: A adoção de Cloud Computing deu um salto qualitativo em apenas um ano, passando de 45% do processamento corporativo em 2023 para 52% em 2024. A discussão transcendeu a simples redução de custos e agora foca em agilidade, escalabilidade e, principalmente, em habilitar a inovação. A nuvem não é mais uma opção, mas a plataforma padrão sobre a qual as novas estratégias de IA e Analytics são construídas.
  • IA e Analytics. Do Suporte à Vanguarda Estratégica: Deixando de ser ferramentas de nicho, Inteligência Artificial e Analytics se consolidaram como a principal prioridade de investimento. A chegada da IA Generativa em 2024, com o Microsoft Copilot (40%) e o ChatGPT (32%) liderando a adoção, sinaliza uma nova fronteira. As empresas líderes não estão apenas usando dados para entender o passado, mas para prever o futuro e automatizar decisões complexas.
  • Cibersegurança: O Alicerce da Confiança Digital: Em um ecossistema cada vez mais digital e interconectado, a Segurança da Informação é um tema recorrente de alta prioridade. Ela transcende a tecnologia e se torna um pilar da governança corporativa e da confiança do cliente. A implementação de Políticas de Segurança (PSI) e a adequação à LGPD não são mais diferenciais, mas sim requisitos fundamentais para a sobrevivência do negócio.
  • O Ecossistema de Parceiros (Terceirização): O modelo operacional moderno é híbrido. A pesquisa confirma que 99% das empresas utilizam alguma forma de terceirização. A estratégia evoluiu do simples "outsourcing" para a construção de um ecossistema de parceiros especializados, permitindo que a equipe interna se concentre no que é core business e estratégico, enquanto parceiros cuidam de operações especializadas ou de escala.

Tendências por Setor

Indústria

Foco em automação (Indústria 4.0 – "fábrica inteligente"). A batalha pela eficiência se trava na integração de sistemas (ERP, MES) e na utilização de dados de sensores (IoT) e Analytics para otimizar a produção e criar modelos de manutenção preditiva. O investimento (Índice G) de 5,5% reflete essa busca por digitalizar o chão de fábrica.

Serviços

É a vanguarda dos investimentos em TI, com um Índice G de 14,5%. O foco absoluto é a experiência do cliente e a criação de ecossistemas digitais. A alta alocação de recursos em Cloud, CRM e Cibersegurança reflete a necessidade de oferecer serviços personalizados, escaláveis e, acima de tudo, seguros.

Comércio

A jornada é do e-commerce para o unified commerce. A estratégia omnichannel, que integra os canais físico e digital, é a prioridade. O uso de Analytics para personalização de ofertas e a otimização da logística ("last mile") são os diferenciais competitivos que definirão os vencedores do setor.

Agro

A transformação digital avança "da porteira para dentro". A adoção de tecnologias para agricultura de precisão, como IoT, drones e análise de dados geoespaciais, está convertendo a gestão agrícola em uma operação cada vez mais científica e baseada em dados, otimizando o uso de insumos e aumentando a produtividade.

Recomendações Estratégicas do Consultor

  • Alinhamento é Obsessão, não Reunião: O Plano Diretor de TI (PDTI) não pode ser um documento estático. Em um cenário de mudanças aceleradas, ele deve ser um processo vivo, revisado trimestralmente, garantindo que cada iniciativa tecnológica esteja diretamente atrelada a um objetivo de negócio (OKR). A pergunta a ser feita não é "o que a TI vai fazer?", mas "qual resultado de negócio a tecnologia vai habilitar?".
  • Governança Baseada em Dados, não em Intuição: Utilize o Índice G e o CAPU não como notas, mas como um GPS. Estar "abaixo da média" não é necessariamente ruim se for uma decisão estratégica de eficiência. Estar "acima" não é bom se os investimentos não geram retorno claro. Use estes benchmarks como o ponto de partida para questionar: "Nosso investimento está nos tornando mais competitivos, mais eficientes e mais resilientes?".
  • Invista em Resiliência, não apenas em Defesa: A Segurança da Informação deixou de ser apenas sobre prevenir ataques. É sobre garantir a continuidade do negócio em um cenário de ameaças constantes. Priorize a implementação de tecnologias, políticas e processos aderente as boas práticas internacioais (ISO 27001, NIST e CIS), e invista na conscientização de todos os colaboradores – eles são a primeira e a última linha de defesa.
  • Otimize para Inovar: Utilize a Cloud e a Automação para reduzir o custo de "manter as luzes acesas" (despesas operacionais). Cada real economizado na operação é um real que pode ser reinvestido em iniciativas de alto valor, como IA e Analytics, que efetivamente movem o ponteiro do negócio e geram novas fontes de receita.
  • Desenvolva um Modelo Operacional Híbrido: A discussão não é mais "interno vs. terceirizado". A questão estratégica é: "Quais competências são o nosso diferencial competitivo e devem ser internalizadas, e quais são 'commodity' e podem ser entregues com mais eficiência por um parceiro especialista?". Construa um ecossistema de talentos, combinando a força da sua equipe interna com a especialização do mercado.

Destaque Especial: A Ascensão da IA e a Urgência da Governança

"A pesquisa da FGV confirma o que vivencio nos projetos: a Inteligência Artificial deixou de ser uma promessa para se tornar a principal alavanca de transformação. Contudo, a velocidade da adoção não pode ser maior que a da responsabilidade. A IA não é uma solução 'plug-and-play'; é um agente que carrega consigo riscos complexos que precisam ser governados." Gustavo de Castro Rafael

A questão que todo conselho de administração e diretoria deve se fazer não é apenas "como podemos usar IA?", mas sim:

Nossa IA é uma Oportunidade ou um Risco?

Cada algoritmo, especialmente os que interagem com clientes ou tomam decisões de negócio, deve ser visto por duas lentes. A da oportunidade foca no ROI. A do risco questiona a origem dos dados, a possibilidade de vieses discriminatórios e a falta de transparência dos modelos ("black box"), que podem gerar passivos legais e danos reputacionais irreparáveis.

Nosso Projeto de IA está Alinhado à Legislação?

No Brasil, o Projeto de Lei 2338/2023 avança para criar o marco regulatório da IA. Implementar sistemas hoje sem considerar os futuros requisitos de transparência, explicabilidade e responsabilização é criar uma "dívida regulatória". Sua estratégia de IA já contempla os princípios de uma IA confiável e ética, alinhada à LGPD?

Nossa IA é Gerenciada e Monitorada?

Uma IA sem governança é um ativo de alto risco. É fundamental estabelecer um comitê multidisciplinar, monitorar continuamente o comportamento dos algoritmos e garantir que as decisões automatizadas possam ser auditadas e explicadas.

A verdadeira liderança na era da IA não reside em ser o primeiro a adotar, mas em ser o mais responsável na implementação. Para traduzir essa complexidade em um plano de ação claro, criamos o e-book "IA Estratégica para Negócios".

E para colocar a governança em prática, desenvolvemos o Sistema Automatizado de Avaliação de Risco de IA (AIA), a forma mais rápida e segura de garantir que sua inovação não se torne um passivo.

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Para informações mais detalhadas, consulte o relatório completo da pesquisa em: FGV 2025.